TechCrunch AI publicou em 3 de outubro uma lista dos agentes de IA que funcionam direto por mensagens de texto. O levantamento cobre assistentes gerais e bots focados em família, viagem e trabalho.
A reportagem destaca que esses agentes operam em canais como SMS e mensageiros móveis. A seleção foca no uso cotidiano, sem exigir app novo. O texto serve de mapa do que já está ativo no celular do usuário.
Mensagem é o canal que já venceu, o trabalho agora é operar barato e sem ban
Para quem tem IA rodando com cliente real, a pauta é distribuição e custo por mensagem. Em SMS e WhatsApp o preço soma por envio e por template. Latência, limite de taxa e janela de sessão exigem desenho de conversa que resolve em poucas trocas. Multiplique isso por volume e o COGS vira risco se o fluxo ficar prolixo.
Arquitetura precisa de fallback e estado curto. Contexto vem de store externo, não do histórico inteiro. Integração com BSP de WhatsApp e provedores SMS pede monitoramento de entrega, opt in e opt out, além de regras de template. Ban de número derruba operação, então classificação de intenção e checagem de política antes de enviar template não é perfumaria, é seguro de receita.
Prazo não muda, mas a barra de UX subiu. Onboarding sem fricção, resposta em segundos, handoff para humano quando há bloqueio e métricas por diálogo. Se você já atende no WhatsApp, a lista não muda sua stack. Só confirma a estratégia: canal de texto é onde está o usuário. O diferencial é operar eficiente, resiliente e dentro das regras.
